Na sua edição mais recente, a revista Rolling Stone elegeu as "100 Greatest Guitar Songs of All Times".
Aqui fica o ranking.
Não as conheço todas, mas deixo assinaladas as minhas favoritas:
1 "Johnny B. Goode" Chuck Berry (1958)
2 "Purple Haze" The Jimi Hendrix Experience (1967)
3 "Crossroads" Cream (1968)
4 "You Really Got Me" The Kinks (1964)
5 "Brown Sugar" The Rolling Stones (1971)
6 "Eruption" Van Halen (1978)
7 "While My Guitar Gently Weeps" The Beatles (1968)
8 "Stairway to Heaven" Led Zeppelin (1971)
9 "Statesboro Blues" The Allman Brothers Band (1971)
10 "Smells Like Teen Spirit" Nirvana (1991)
11 "Whole Lotta Love" Led Zeppelin (1969)
12 "Voodoo Child (Slight Return)" The Jimi Hendrix Experience (1968)
13 "Layla" Derek and the Dominos (1970)
14 "Born to Run" Bruce Springsteen (1975)
15 "My Generation" The Who (1965)
16 "Cowgirl in the Sand" Neil Young with Crazy Horse (1969)
17 "Black Sabbath" Black Sabbath (1970)
18 "Blitzkrieg Bop" Ramones (1976)
19 "Purple Rain" Prince and the Revolution (1984)
20 "People Get Ready" The Impressions (1965)
21 "Seven Nation Army" The White Stripes (2003)
22 "A Hard Day's Night" The Beatles (1964)
23 "Over Under Sideways Down" The Yardbirds (1966)
24 "Killing in the Name" Rage Against the Machine (1992)
25 "Can't You Hear Me Knocking" The Rolling Stones (1971)
26 "How Blue Can You Get" B.B. King (1965)
27 "Look Over Yonders Wall" The Paul Butterfield Blues Band (1965)
28 "Where the Streets Have No Name" U2 (1987)
29 "Back in Black" AC/DC (1980)
30 "(We're Gonna) Rock Around the Clock" Bill Haley and His Comets (1954)
31 "Keep Yourself Alive" Queen (1973)
32 "Sultans of Swing" Dire Straits (1978)
33 "Master of Puppets" Metallica (1986)
34 "Walk This Way" Aerosmith (1958)
35 "1969" The Stooges (1969)
36 "Interstellar Overdrive" Pink Floyd (1967)
37 "That's All Right" Elvis Presley (1954)
38 "Stay With Me" The Faces (1971)
39 "Black Magic Woman" Santana (1970)
40 "I Can See for Miles" The Who (1967)
41 "Marquee Moon" Television (1977)
42 "Hideaway" John Mayall and the Bluesbreakers (1966)
43 "Holidays in the Sun" The Sex Pistols (1977)
44 "Dig Me Out" Sleater-Kinney (1997)
45 "I Saw Her Standing There" The Beatles (1963)
46 "Miserlou" Dick Dale and the Del-Tones (1962)
47 "Panama" Van Halen (1984)
48 "London Calling" The Clash (1980)
49 "Machine Gun" Jimi Hendrix (1958)
50 "Debaser" Pixies (1989)
51 "Crazy Train" Ozzy Osbourne (1981)
52 "My Iron Lung" Radiohead (1995)
53 "Born on the Bayou" Creedence Clearwater Revival (1969)
54 "Little Wing" Stevie Ray Vaughan (1991)
55 "White Room" Cream (1968)
56 "Eight Miles High" The Byrds (1966)
57 "Dark Star" Grateful Dead (1969)
58 "Rumble" Link Wray (1958)
59 "Freeway Jam" Jeff Beck (1975)
60 "Maggot Brain" Funkadelic (1971)
61 "Soul Man" Sam and Dave (1967)
62 "Born Under a Bad Sign" Albert King (1967)
63 "Sweet Child O' Mine" Guns n' Roses (1987)
64 "Freebird" Lynyrd Skynyrd (1973)
65 "Message in a Bottle" The Police (1979)
66 "Texas Flood" Stevie Ray Vaughan (1983)
67 "Adam Raised a Cain" Bruce Springsteen (1978)
68 "The Thrill is Gone" B.B. King (1958)
69 "Money" Pink Floyd (1958)
70 "Bullet With Butterfly Wings" Smashing Pumpkins (1995)
71 "Take It or Leave It" The Strokes (2001)
72 "Say It Ain't So" Weezer (1994)
73 "Summertime Blues" Blue Cheer (1968)
74 "La Grange" ZZ Top (1973)
75 "Willie the Pimp" Frank Zappa (1969)
76 "American Girl" Tom Petty and the Heartbreakers (1976)
77 "Even Flow" Pearl Jam (1991)
78 "Stone Crazy" Buddy Guy (1970)
79 "Silver Rocket" Sonic Youth (1988)
80 "Kid Charlemagne" Steely Dan (1958)
81 "Beat It" Michael Jackson (1982)
82 "Walk — Don't Run" The Ventures (1960)
83 "What I Got" Sublime (1996)
84 "Gravity" John Mayer (2006)
85 "You Enjoy Myself" Phish (1988)
86 "I Ain't Superstitious" Jeff Beck (1968)
87 "Red" King Crimson (1974)
88 "Mona" Quicksilver Messenger Service (1969)
89 "I Love Rock N Roll" Joan Jett and the Blackhearts (1981)
90 "How Soon Is Now?" The Smiths (1985)
91 "Drunkship of Lanterns" The Mars Volta (2003)
92 "Memo from Turner" Mick Jagger (1970)
93 "Only Shallow" My Bloody Valentine (1991)
94 "Money for Nothing" Dire Straits (1984)
95 "Omaha" Moby Grape (1967)
96 "New Day Rising" Hü sker Dü (1985)
97 "No One Knows" Queens of the Stone Age (2002)
98 "Under the Bridge" Red Hot Chili Peppers (1991)
99 "Run Thru" My Morning Jacket (2003)
100 "Vicarious" Tool (2006)
quinta-feira, 29 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Como é possível?
Foto de um catálogo da Toys r us:


Entretanto parece que a Toys r us já reagiu e está no mercado à procura de malta para o marketing publicitário, estando a elevar bem alto a fasquia das competências.
Segundo foi adiantado estão à procura de profissionais de excelência, aqueles que consigam escrever uma frase em português com pelo menos um só erro!
Incrível...
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Preocupante...
No Publico online:
Dados do Eurostat
O investimento directo estrangeiro (IDE) em Portugal, assim como o investimento das empresas portuguesas no estrangeiro, registou uma diminuição superior a cinquenta por cento em 2007, segundo dados que a União Europeia (UE) hoje divulgou.
Os números do organismo responsável pelas estatísticas europeias, Eurostat, mostram que o IDE originário de outros países da UE recuou de 6,4 mil milhões de euros em 2006 para 2,8 mil milhões de euros no ano passado, enquanto que os investimentos estrangeiros originários fora do espaço 27 caíram de 2,7 mil milhões de euros para 1,3 mil milhões de euros.
Os países extracomunitários responsáveis pela maior parte do fluxo de investimentos em Portugal foram, em 2007, os Estados Unidos (300 milhões de euros), Canadá (200 milhões de euros), e Índia (200 milhões de euros).
A tendência de forte baixa em Portugal contrasta com o aumento do IDE na UE como um todo. Em 2007 os Estados-membros da UE receberam mais 23,3 mil milhões de euros de IDE intra-comunitário em comparação com 2006 (de 445,9 mil milhões de euros para 469,2 mil milhões de euros) com o IDE originário de países fora da UE a subir de 168,9 mil milhões de euros para 319,2 mil milhões de euros.
O IDE português no bloco europeu também baixou de 3,6 mil milhões de euros em 2006 para 2,8 mil milhões de euros em 2007, com o investimento português nos países fora da UE a cair de 1,9 mil milhões de euros para 1,7 mil milhões de euros, segundo o Eurostat.
Os países extra-comunitários em que Portugal mais investiu em 2007 foram o Brasil e os Estados Unidos (400 milhões de euros em cada país) e a Suíça (100 milhões de euros).
Por seu lado, o IDE entre os 27 progrediu de 455,4 mil milhões de euros para 552 mil milhões e para o resto do mundo a subir de de 275,0 para 419,9 mil milhões de euros.
Dados do Eurostat
O investimento directo estrangeiro (IDE) em Portugal, assim como o investimento das empresas portuguesas no estrangeiro, registou uma diminuição superior a cinquenta por cento em 2007, segundo dados que a União Europeia (UE) hoje divulgou.
Os números do organismo responsável pelas estatísticas europeias, Eurostat, mostram que o IDE originário de outros países da UE recuou de 6,4 mil milhões de euros em 2006 para 2,8 mil milhões de euros no ano passado, enquanto que os investimentos estrangeiros originários fora do espaço 27 caíram de 2,7 mil milhões de euros para 1,3 mil milhões de euros.
Os países extracomunitários responsáveis pela maior parte do fluxo de investimentos em Portugal foram, em 2007, os Estados Unidos (300 milhões de euros), Canadá (200 milhões de euros), e Índia (200 milhões de euros).
A tendência de forte baixa em Portugal contrasta com o aumento do IDE na UE como um todo. Em 2007 os Estados-membros da UE receberam mais 23,3 mil milhões de euros de IDE intra-comunitário em comparação com 2006 (de 445,9 mil milhões de euros para 469,2 mil milhões de euros) com o IDE originário de países fora da UE a subir de 168,9 mil milhões de euros para 319,2 mil milhões de euros.
O IDE português no bloco europeu também baixou de 3,6 mil milhões de euros em 2006 para 2,8 mil milhões de euros em 2007, com o investimento português nos países fora da UE a cair de 1,9 mil milhões de euros para 1,7 mil milhões de euros, segundo o Eurostat.
Os países extra-comunitários em que Portugal mais investiu em 2007 foram o Brasil e os Estados Unidos (400 milhões de euros em cada país) e a Suíça (100 milhões de euros).
Por seu lado, o IDE entre os 27 progrediu de 455,4 mil milhões de euros para 552 mil milhões e para o resto do mundo a subir de de 275,0 para 419,9 mil milhões de euros.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Curiosidades e-Jantar das Quintas...
Uma vez que só hoje me apercebi que havia sido ultrapassada a mítica barreira dos 100 posts (ver Blindness, abaixo), vou-vos deixar, por curiosidade, com alguns dados "estatísticos" sobre o "e-Jantar das Quintas" até ao momento:
. Número de posts - 102 (este será o 103º)
. Número de comentários efectuados - 524 (a fasquia dos 500 foi ultrapassada no post Jantar)
. Post mais comentado - A minha primeira contribuicao by Mediha Gündoğan (a.k.a. APC), com 54 comentários, representativos de 10,31% do total
. Bloguista mais activo - RMB, com 54 Posts, isto é, 53% dos 102. Não há volta a dar... :)
. Meses de duração - 16
. Nº médio de posts/mês - 6,4
. Dias de duração - 468, o que determina um novo post de 4,6 em 4,6 dias!

. Número de posts - 102 (este será o 103º)
. Número de comentários efectuados - 524 (a fasquia dos 500 foi ultrapassada no post Jantar)
. Post mais comentado - A minha primeira contribuicao by Mediha Gündoğan (a.k.a. APC), com 54 comentários, representativos de 10,31% do total
. Bloguista mais activo - RMB, com 54 Posts, isto é, 53% dos 102. Não há volta a dar... :)
. Meses de duração - 16
. Nº médio de posts/mês - 6,4
. Dias de duração - 468, o que determina um novo post de 4,6 em 4,6 dias!

Gostei deste números.
Obrigado a todos que não deixaram "cair" o projecto.
Obrigado a todos que não deixaram "cair" o projecto.
Dia da Libertação dos Impostos
Os portugueses terão cumprido as obrigações fiscais correspondentes a este ano na próxima segunda-feira, dia 19 de Maio, ou seja, é o Dia da Libertação dos Impostos, de acordo com o relatório elaborado pela Associação Industrial Portuguesa, em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa.
O indicador revela que, este ano, só ao fim de 139 dias, mais um dia do que em 2007, é que o português médio terá cumprido as suas obrigações fiscais, começando agora a trabalhar para si e para a sua família, uma vez que, até aqui, trabalhou exclusivamente para o Estado.
O indicador revela que, este ano, só ao fim de 139 dias, mais um dia do que em 2007, é que o português médio terá cumprido as suas obrigações fiscais, começando agora a trabalhar para si e para a sua família, uma vez que, até aqui, trabalhou exclusivamente para o Estado.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Xanadu
A propósito da vinda de Ted Nelson (um dos pais da www) a Portugal...
A ideia dele (ponto de partida da www ou melhor a www é que deve ser o ponto de partida dela): Xanadu!!
Vou transcrever parte do artigo por achar que não consiguiria atingir a mesma qualidade:
"O que quer este homem, hoje investigador convidado do Internet Institute da Universidade de Oxford? Quer um sistema que permita a toda a gente ter acesso a toda a espécie de documentos - textos, vídeo, música -, usá-los, modificá-los, anotá-los, publicá-los, usar pedaços... Mas isso não é a Web? Pergunte-se e Nelson espuma. Para se acalmar e responder em tom contido: "A Web é fantástica, eu passo quatro horas por dia na Web, mas a Web só permite fazer uma pequena parte das coisas que desejamos." O quê? Não se pode abrir um texto e fazer umas notas à margem, se um texto incluir uma citação de outro não posso ir ver o documento original (só se tiver feito previamente um link à mão), etc.A visão de XanaduFale-se de hipertexto na Web e Nelson pode irritar-se. O "seu" hipertexto, o verdadeiro hipertexto, aquele que ele inventou em 1963, que descreveu num artigo em 1965, que ele tem andado a vender desde então, não é composto por estes miseráveis links de sentido único que existem no HTML, que existem nesta triste Web: os seus links - que, conforme as funções, ele chama "transclusões" ou "flinks" ou "clinks" - permitem ligações de dois sentidos, para saber que links existem para o documento que eu estou a ler; permitem fazer links de uma palavra para "n" sítios diferentes e muitas mais habilidades.A conferência que Nelson deu em Barcarena, para uma pequena sala apenas meio cheia, foi dedicada a um novo tipo de bases de dados a que chama "estruturas Zig Zag" (ou "zizi structures"), mas não sem antes apresentar a filosofia geral da sua visão, Xanadu, um projecto nascido em 1960 e que tenta financiar desde sempre com reduzido êxito. O que é Xanadu? A visão ocupa todos os textos de Nelson e não é simples. À primeira vista parece que fala da Web - é um sistema onde todos os documentos podem ser acedidos, modificados, fundidos, onde todos os documentos são hipermédia (outro conceito de Nelson), onde som e vídeo se misturam com gráficos e texto. Mas quando se aprofunda um pouco o conceito... tudo muda e percebemos como a Web é limitada: Xanadu é o nosso sonho tornado realidade, em Xanadu tudo é possível.Cada documento desta nova Web pode ser modificado por toda a gente, mantendo todas as versões possíveis; quando se faz copy-paste de um parágrafo de um texto para outro isso cria um link permanente para o texto-fonte; as imagens ou os vídeos têm a dimensão que queremos quando os vemos (as fotos têm um "tamanho" no papel, mas os computadores não são papel e não precisam de ter essa limitação); e se pode usar todo o material que quisermos mesmo que esteja protegido por copyright porque, quando usamos um pedaço de um texto com direitos, fazemos um micropagamento (outro conceito de Nelson) ao seu autor sem necessidade de negociação prévia. É a total liberdade de criação e a justa compensação aos criadores. É um mundo onde nada se perde, onde tudo está ligado a tudo, onde a citação é sempre possível e sempre atribuída e onde a colagem e a recombinação são ubíquos.Os seus desejos para os computadores são simples: Nelson não acha aceitável que seja preciso um programa para abrir um texto e outro para ver um filme. Ou que não se possa escrever nas margens do livro que se está a ler no ecrã. Ou que as versões não coexistam todas. Ou que um ficheiro possa ter metadados mas uma parte de um ficheiro não. Nelson não aceita que, nos computadores, as páginas estejam atrás de um vidro. Tudo o que é possível no mundo real tem de ser possível na Web (ups!, em Xanadu) e muito mais. O mantra é simples: é o computador que tem de se adaptar aos desejos das pessoas e não as pessoas ao computador.Xanadu pode ser um conceito difícil de concretizar, mas uma coisa é certa: quando houver, eu quero"
EU QUERO!!!
A ideia dele (ponto de partida da www ou melhor a www é que deve ser o ponto de partida dela): Xanadu!!
Vou transcrever parte do artigo por achar que não consiguiria atingir a mesma qualidade:
"O que quer este homem, hoje investigador convidado do Internet Institute da Universidade de Oxford? Quer um sistema que permita a toda a gente ter acesso a toda a espécie de documentos - textos, vídeo, música -, usá-los, modificá-los, anotá-los, publicá-los, usar pedaços... Mas isso não é a Web? Pergunte-se e Nelson espuma. Para se acalmar e responder em tom contido: "A Web é fantástica, eu passo quatro horas por dia na Web, mas a Web só permite fazer uma pequena parte das coisas que desejamos." O quê? Não se pode abrir um texto e fazer umas notas à margem, se um texto incluir uma citação de outro não posso ir ver o documento original (só se tiver feito previamente um link à mão), etc.A visão de XanaduFale-se de hipertexto na Web e Nelson pode irritar-se. O "seu" hipertexto, o verdadeiro hipertexto, aquele que ele inventou em 1963, que descreveu num artigo em 1965, que ele tem andado a vender desde então, não é composto por estes miseráveis links de sentido único que existem no HTML, que existem nesta triste Web: os seus links - que, conforme as funções, ele chama "transclusões" ou "flinks" ou "clinks" - permitem ligações de dois sentidos, para saber que links existem para o documento que eu estou a ler; permitem fazer links de uma palavra para "n" sítios diferentes e muitas mais habilidades.A conferência que Nelson deu em Barcarena, para uma pequena sala apenas meio cheia, foi dedicada a um novo tipo de bases de dados a que chama "estruturas Zig Zag" (ou "zizi structures"), mas não sem antes apresentar a filosofia geral da sua visão, Xanadu, um projecto nascido em 1960 e que tenta financiar desde sempre com reduzido êxito. O que é Xanadu? A visão ocupa todos os textos de Nelson e não é simples. À primeira vista parece que fala da Web - é um sistema onde todos os documentos podem ser acedidos, modificados, fundidos, onde todos os documentos são hipermédia (outro conceito de Nelson), onde som e vídeo se misturam com gráficos e texto. Mas quando se aprofunda um pouco o conceito... tudo muda e percebemos como a Web é limitada: Xanadu é o nosso sonho tornado realidade, em Xanadu tudo é possível.Cada documento desta nova Web pode ser modificado por toda a gente, mantendo todas as versões possíveis; quando se faz copy-paste de um parágrafo de um texto para outro isso cria um link permanente para o texto-fonte; as imagens ou os vídeos têm a dimensão que queremos quando os vemos (as fotos têm um "tamanho" no papel, mas os computadores não são papel e não precisam de ter essa limitação); e se pode usar todo o material que quisermos mesmo que esteja protegido por copyright porque, quando usamos um pedaço de um texto com direitos, fazemos um micropagamento (outro conceito de Nelson) ao seu autor sem necessidade de negociação prévia. É a total liberdade de criação e a justa compensação aos criadores. É um mundo onde nada se perde, onde tudo está ligado a tudo, onde a citação é sempre possível e sempre atribuída e onde a colagem e a recombinação são ubíquos.Os seus desejos para os computadores são simples: Nelson não acha aceitável que seja preciso um programa para abrir um texto e outro para ver um filme. Ou que não se possa escrever nas margens do livro que se está a ler no ecrã. Ou que as versões não coexistam todas. Ou que um ficheiro possa ter metadados mas uma parte de um ficheiro não. Nelson não aceita que, nos computadores, as páginas estejam atrás de um vidro. Tudo o que é possível no mundo real tem de ser possível na Web (ups!, em Xanadu) e muito mais. O mantra é simples: é o computador que tem de se adaptar aos desejos das pessoas e não as pessoas ao computador.Xanadu pode ser um conceito difícil de concretizar, mas uma coisa é certa: quando houver, eu quero"
EU QUERO!!!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Blindness

O Festival de cinema de Cannes abre hoje com o novo filme do realizador brasileiro Fernando Meirelles (A Cidade de Deus e o Fiel Jardineiro) , intitulado BLINDNESS, baseado no livro "Ensaio sobre a Cegueira", de José Saramago.
Existe uma grande expectativa à volta do filme, pois, supostamente, é a primeira vez que um filme abre o festival estando igualmente a concurso.
O filme conta nos principais papéis com Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover e Gael García Bernal.
A produção consistiu numa parceria entre investidores do Canadá, Japão e Brasil e vai ser distribuido pela Miramax.
Um bom exemplo da globalização dos dias de hoje...
Como curiosidades, o Sean Penn recusou o convite inicial do realizador por as personagens não terem nome nem passado e o filme foi reeditado nove vezes com o intuito de reduzir a intensidade das cenas de violência sexual.
Parlelamente, estreia esta semana em Portugal (não sei se no Porto) um filme francês bastante aclamado pela crítica internacional, sobretudo europeia, " La Graine et le Mulet" (em Portugal terá o título "O Segredo de um Cuscuz").
Este filme ganhou, já em 2008, 4 César (tidos como os óscars franceses) para melhor filme, melhor realizador, melhor argumento original e para melhor promessa de actriz e foi igualmente nomeado para melhor montagem.
Em 2007 havia já ganho quatro prémios no Festival de Veneza, entre os quais o prémio especial do júri (empatado com "I´m not there", o filme sobre Bob Dylan abordado em post anterior), tendo sido igualmente um dos nomeados para o Leão de Ouro.
A ter em atenção...
PS de 16-05-08: Por curiosidade, só hoje percebi, este foi o 100º Post do Blogue!!!!! Um marco histórico!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Gasolina e gasóleo deverão subir hoje à meia-noite
No Expresso online:
Os preços dos combustíveis deverão sofrer o 15.º aumento do ano hoje à meia-noite, subindo 3 cêntimos na gasolina e no gasóleo, segundo números divulgados pela Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC) que considera nova subida "escandalosa".
Será aceitável? 15º!!!!
Enfim...
Os preços dos combustíveis deverão sofrer o 15.º aumento do ano hoje à meia-noite, subindo 3 cêntimos na gasolina e no gasóleo, segundo números divulgados pela Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC) que considera nova subida "escandalosa".
Será aceitável? 15º!!!!
Enfim...
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Em consideração ao JAS, que já nem dormia...
Convocados de Scolari para o Euro:
Quim
Ricardo
Rui Patrício
P. Ferreira
Miguel
Bosingwa
R. Carvalho
F. Meira
Pepe
Bruno Alves
Jorge Ribeiro
Deco
Petit
Moutinho
Veloso
Meireles
C. Ronaldo
Nani
Quaresma
Sabrosa
Hugo Almeida
Postiga
Nuno Gomes
Descansa, JAS! Já podes vibrar com a selecção!
;)
Quim
Ricardo
Rui Patrício
P. Ferreira
Miguel
Bosingwa
R. Carvalho
F. Meira
Pepe
Bruno Alves
Jorge Ribeiro
Deco
Petit
Moutinho
Veloso
Meireles
C. Ronaldo
Nani
Quaresma
Sabrosa
Hugo Almeida
Postiga
Nuno Gomes
Descansa, JAS! Já podes vibrar com a selecção!
;)
sábado, 10 de maio de 2008
Jantar
Meus Amigos
Acho que ja passou demasiado tempo desde o ultimo jantar em casa do nosso amigo Rui... LOL
Sugiro um novo jantar antes do Rui se "enforcar", o que acham?
Acho que ja passou demasiado tempo desde o ultimo jantar em casa do nosso amigo Rui... LOL
Sugiro um novo jantar antes do Rui se "enforcar", o que acham?
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Pangea Day
Amanhã vai-se realizar pela 1ª vez o Pangea Day. Confesso que não sei muito (até porque vai ser o 1º) mas parece-me uma iniciativa engraçada.
Soube disto pq ontem ouvi um programa na rádio sobre isso.
Pelo que ouvi em zig e li em zag, é um dia idealizado por uma realizadora que, ao ser vencer um prémio/galardão, lançou o mote e a primeira pedra: unir as fronteiras através de imagem. Segundo a ideia dela e do pangea day a melhor forma de aceitarmos e compreendermos o noso vizinho é vermos como ele vive, ouvirmos o que ele tem para dizer... e como uma imagem tem mais força que mil palavras... surge Pangea Day.
Vai ser uma emissão de 4 horas on-line com início às 19h (local time). Em alguns paises irão haver projecções na televisão e em cinema e teatros mas cá não... embora a emissão vai puder ser ouvida em português (graças ao Brasil - um dos promotores).
Fiquei com a ideia que durante as emissões tb vão ser lançadas ideias para mudar o mundo... (pangea day foi a ideia da dita reaizadora) e o objectivo é criar impacto e que algumas delas sejam implementadas...
Não sei se vou ver as 4h horas de emissão (até pq, perdoem-me, joga o porto) mas vou dar uma espreitadela...
Fica a minha sugestão para parte do fim de semana...
Soube disto pq ontem ouvi um programa na rádio sobre isso.
Pelo que ouvi em zig e li em zag, é um dia idealizado por uma realizadora que, ao ser vencer um prémio/galardão, lançou o mote e a primeira pedra: unir as fronteiras através de imagem. Segundo a ideia dela e do pangea day a melhor forma de aceitarmos e compreendermos o noso vizinho é vermos como ele vive, ouvirmos o que ele tem para dizer... e como uma imagem tem mais força que mil palavras... surge Pangea Day.
Vai ser uma emissão de 4 horas on-line com início às 19h (local time). Em alguns paises irão haver projecções na televisão e em cinema e teatros mas cá não... embora a emissão vai puder ser ouvida em português (graças ao Brasil - um dos promotores).
Fiquei com a ideia que durante as emissões tb vão ser lançadas ideias para mudar o mundo... (pangea day foi a ideia da dita reaizadora) e o objectivo é criar impacto e que algumas delas sejam implementadas...
Não sei se vou ver as 4h horas de emissão (até pq, perdoem-me, joga o porto) mas vou dar uma espreitadela...
Fica a minha sugestão para parte do fim de semana...
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Geração Y
Ontem li uma notícia no público que achei digna deste Blog...
"Bloguer cubana eleita entre as 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time e Prémio Ortega y Gasset de Jornalismo 2008 para o melhor trabalho digital. O seu blogue chama-se Generación Y e lá, diz ela, pode-se escrever tudo".
A reportagem está muito boa mas o blog e o mesmo enquanto instrumento de revolução é o que é, obviamente, digno de registo.
A bloguer é uma cubana que tirou o curso de filosofia mas tal como ela própria o diz é cada vez menos filósofa e cada vez mais web designer, bloggista.
A página é bastante simples, despretenciosa. Os seus posts são repletos de uma crítica velada e cheia de humor. Talvez seja esse o segredo do sucesso. A adesão tem sido espectacular o que a faz ser nomeada para uma das cem pessoas mais influentes do planeta.
Para mim, é mais um exemplo de que uma voz pode silenciar um multidão. É uma voz contra a censura, contra um regime opressista mas mais... é um exemplo de como é possível lutar, fazer algo por uma sociedade melhor.
Podemos nós fazer mais? Porque não?
"Bloguer cubana eleita entre as 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time e Prémio Ortega y Gasset de Jornalismo 2008 para o melhor trabalho digital. O seu blogue chama-se Generación Y e lá, diz ela, pode-se escrever tudo".
A reportagem está muito boa mas o blog e o mesmo enquanto instrumento de revolução é o que é, obviamente, digno de registo.
A bloguer é uma cubana que tirou o curso de filosofia mas tal como ela própria o diz é cada vez menos filósofa e cada vez mais web designer, bloggista.
A página é bastante simples, despretenciosa. Os seus posts são repletos de uma crítica velada e cheia de humor. Talvez seja esse o segredo do sucesso. A adesão tem sido espectacular o que a faz ser nomeada para uma das cem pessoas mais influentes do planeta.
Para mim, é mais um exemplo de que uma voz pode silenciar um multidão. É uma voz contra a censura, contra um regime opressista mas mais... é um exemplo de como é possível lutar, fazer algo por uma sociedade melhor.
Podemos nós fazer mais? Porque não?
Mr. Tambourine Man
Boas.
À conta de uma versão recentemente feita desta música cheguei a esta actuação do Bob Dylan no "Newport Folk Festival", em 1964, considerada pela revista Rolling Stone um dos 50 momentos mais relevantes da história do Rock n' Roll.
Como uma composição "simples" (não será tanto assim!) pode atingir a excelência.
Take care.
À conta de uma versão recentemente feita desta música cheguei a esta actuação do Bob Dylan no "Newport Folk Festival", em 1964, considerada pela revista Rolling Stone um dos 50 momentos mais relevantes da história do Rock n' Roll.
Como uma composição "simples" (não será tanto assim!) pode atingir a excelência.
Take care.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Guernica de Picasso em 3D
Olá.
No Expresso online de hoje:
O quadro mais famoso de Pablo Picasso pode ser agora visitado online e em três dimensões. Um trabalho notável da artista nova-iorquina, Lena Gieseke.
Aqui fica o link:
http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html
Muito porreiro, pá!
Fiquem bem.
No Expresso online de hoje:
O quadro mais famoso de Pablo Picasso pode ser agora visitado online e em três dimensões. Um trabalho notável da artista nova-iorquina, Lena Gieseke.
Aqui fica o link:
http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html
Muito porreiro, pá!
Fiquem bem.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Jantar das 5ªs antecipando os Oscars...
Pois é...
Se quiserem fazer um scroll-down encontram num post de 17 de Janeiro o vídeo da música que ganhou o Óscar para melhor canção.
É assim rapaziada, sempre na vanguarda da informação!
Por falar em Oscars, Portugal é mesmo um país de terceiro mundo, os principais candidatos, com excepção do "Atonement", estrearam poucas semanas, ou mesmo poucos dias antes da atribuição dos prémios, sendo que o grande vencedor apenas estreou esta semana no Fantas!
Por falar nisso proposta para este fds:
Fantasporto!
Este festival vai-me fazer sempre lembrar o "Das Experiment".
Tudo a beber o leitinho...
Tudo nú contra a parede!
:)
Se quiserem fazer um scroll-down encontram num post de 17 de Janeiro o vídeo da música que ganhou o Óscar para melhor canção.
É assim rapaziada, sempre na vanguarda da informação!
Por falar em Oscars, Portugal é mesmo um país de terceiro mundo, os principais candidatos, com excepção do "Atonement", estrearam poucas semanas, ou mesmo poucos dias antes da atribuição dos prémios, sendo que o grande vencedor apenas estreou esta semana no Fantas!
Por falar nisso proposta para este fds:
Fantasporto!
Este festival vai-me fazer sempre lembrar o "Das Experiment".
Tudo a beber o leitinho...
Tudo nú contra a parede!
:)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Agora, um tema em que não me sinto confortável... Livros!

Olá.
Há umas semanas acabei a leitura de "Cem Anos de Solidão", do Gabriel Garcia Marquez, que achei fabuloso (obrigado Gabriela, por mais uma boa sugestão) .
De facto, este livro encheu-me completamente as medidas e mais uma vez, em concordância com as minhas conclusões imediatas sempre exacerbadas, dei por mim a reflectir se não teria sido este o livro que mais prazer me tinha dado ler, aquele que carregaria, pelo menos até à próxima febre, o título de "o melhor livro da minha vida".
Assim, procurei corroborar a minha análise pessoal com outras opiniões e tentei perceber qual a dimensão desta obra na literatura mundial do séc. XX.
Neste processo encontrei on-line uma séria de listagens relativas a top100 de livros, realizadas pelas mais diversas entidades, desde livrarias, editoras, publicações da especialidade, jornais, público em geral, etc.
Denotei, naturalmente, algumas diferenças de classificação dentro dessa grande diversidade de listagens, umas mais avalizadas que outras.
No entanto, percebi que quer nas listagens votadas "pelo povo", quer nas tabelas tidas como mais "autorizadas" e especializadas, existe um número significativo de títulos em comum, verdadeiros clássicos, que são escolhas fundamentais e pacíficas, e que se repetem invariavelmente em qualquer top100 que consultei.
Acho sempre alguma graça a este tipo de iniciativas, às tentativas de hierarquizar temas, coisas, acontecimentos.
Deste modo, deixo-vos aqui uma listagem votada "by regular people", em que se encontram presentes muitos dos tais clássicos a que me referi anteriormente.
Eu já a analisei e confesso... sou uma nódoa. Só havia lido 7 (agora já são 8!) dos 100 títulos apresentados.
Vai ser um "guide line" interessante e importante para os próximos anos.
1. 1984 by George Orwell
2. The Lord of the Rings by J.R.R. Tolkien
3. The Catcher in the Rye by J.D. Salinger
4. Pride and Prejudice by Jane Austen
5. To Kill a Mockingbird by Harper Lee
6. Crime and Punishment by Fyodor Dostoevsky
7. The Great Gatsby by F. Scott Fitzgerald
8. Lolita by Vladimir Nabokov
9. Catch-22 by Joseph Heller
10. Wuthering Heights by Emily Bronte
11. Brave New World by Aldous Huxley
12. Jane Eyre by Charlotte Bronte
13. Ulysses by James Joyce
14. Animal Farm by George Orwell
15. Great Expectations by Charles Dickens
16. The Hitchhiker's Guide to the Galaxy by Douglas Adams
17. The Brothers Karamazov by Fyodor Dostoevsky
18. Les Miserables by Victor Hugo
19. The Picture of Dorian Gray by Oscar Wilde
20. The Grapes of Wrath by John Steinbeck
21. The Hobbit by J.R.R. Tolkien
22. Anna Karenina by Leo Tolstoy
23. Don Quixote by Miguel de Cervantes
24. The Count of Monte Cristo by Alexandre Dumas
25. A Tale of Two Cities by Charles Dickens
26. Frankenstein by Mary Shelley
27. East of Eden by John Steinbeck
28. A Clockwork Orange by Anthony Burgess
29. Life of Pi by Yann Martel
30. Lord of the Flies by William Golding
31. Gone with the Wind by Margaret Mitchell
32. One Hundred Years of Solitude by Gabriel Garcia Marquez
33. War and Peace by Leo Tolstoy
34. The Sound and the Fury by William Faulkner
35. The Da Vinci Code by Dan Brown
36. Ender's Game by Orson Scott Card
37. Rebecca by Daphne du Maurier
38. Fahrenheit 451 by Ray Bradbury
39. Memoirs of a Geisha by Arthur Golden
40. Slaughterhouse-Five by Kurt Vonnegut
41. The Time Traveler's Wife by Audrey Niffenegger
42. A Portrait of the Artist as a Young Man by James Joyce
43. The Master and Margarita by Mikhail Bulgakov
44. His Dark Materials by Phillip Pullman
45. The Chronicles of Narnia by C.S. Lewis
46. Invisible Man by Ralph Ellison
47. Atlas Shrugged by Ayn Rand
48. The Kite Runner by Khaled Hosseini
49. The Stand by Stephen King
50. A Farewell to Arms by Ernest Hemingway
51. Heart of Darkness by Joseph Conrad
52. Tess of the D'Urbervilles by Thomas Hardy
53. The Sun Also Rises by Ernest Hemingway
54. The Fountainhead by Ayn Rand
55. Watership Down by Richard Adams
56. Dracula by Bram Stoker
57. Of Human Bondage by W. Somerset Maugham
58. Moby Dick by Herman Melville
59. One Flew Over the Cuckoo's Nest by Ken Kesey
60. The Heart is a Lonely Hunter by Carson McCullers
61. On the Road by Jack Kerouac
62. The Idiot by Fyodor Dostoevsky
63. Pale Fire by Vladimir Nabokov
64. Dune by Frank Herbert
65. The Poisonwood Bible by Barbara Kingsolver
66. Harry Potter Series by J.K. Rowling
67. Anne of Green Gables by L.M. Montgomery
68. Doctor Zhivago by Boris Pasternak
69. The Unbearable Lightness of Being by Milan Kundera
70. Gravity's Rainbow by Thomas Pynchon
71. Little Women by Louisa May Alcott
72. The Trial by Franz Kafka
73. I, Claudius by Robert Graves
74. The Curious Incident of the Dog in the Night-time by Mark Haddon
75. Madame Bovary by Gustave Flaubert
76. The Bell Jar by Sylvia Plath
77. A Confederacy of Dunces by John Kennedy Toole
78. The Old Man and the Sea by Ernest Hemingway
79. To the Lighthouse by Virginia Woolf
80. Vanity Fair by William Thackeray
81. Love in the Time of Cholera by Gabriel Garcia Marquez
82. The Stranger by Albert Camus
83. The Adventures of Huckleberry Finn by Mark Twain
84. The Hunchback of Notre Dame by Victor Hugo
85. The Phantom of the Opera by Gaston LeRoux
86. For Whom the Bell Tolls by Ernest Hemingway
87. Jude the Obscure by Thomas Hardy
88. Oliver Twist by Charles Dickens
89. The Adventures of Sherlock Holmes by Sir Arthur Conan Doyle
90. Persuasion by Jane Austen
91. Light in August by William Faulkner
92. Franny and Zooey by J.D. Salinger
93. Call of the Wild by Jack London
94. Middlesex by Jeffrey Eugenides
95. Alice's Adventures in Wonderland by Lewis Carroll
96. Uncle Tom's Cabin by Harriet Beecher Stowe
97. The Metamorphosis by Franz Kafka
98. The Name of the Rose by Umberto Eco
99. The Clan of the Cave Bear by Jean M. Auel
100. As I Lay Dying by William Faulkner
Boas leituras...
Há umas semanas acabei a leitura de "Cem Anos de Solidão", do Gabriel Garcia Marquez, que achei fabuloso (obrigado Gabriela, por mais uma boa sugestão) .
De facto, este livro encheu-me completamente as medidas e mais uma vez, em concordância com as minhas conclusões imediatas sempre exacerbadas, dei por mim a reflectir se não teria sido este o livro que mais prazer me tinha dado ler, aquele que carregaria, pelo menos até à próxima febre, o título de "o melhor livro da minha vida".
Assim, procurei corroborar a minha análise pessoal com outras opiniões e tentei perceber qual a dimensão desta obra na literatura mundial do séc. XX.
Neste processo encontrei on-line uma séria de listagens relativas a top100 de livros, realizadas pelas mais diversas entidades, desde livrarias, editoras, publicações da especialidade, jornais, público em geral, etc.
Denotei, naturalmente, algumas diferenças de classificação dentro dessa grande diversidade de listagens, umas mais avalizadas que outras.
No entanto, percebi que quer nas listagens votadas "pelo povo", quer nas tabelas tidas como mais "autorizadas" e especializadas, existe um número significativo de títulos em comum, verdadeiros clássicos, que são escolhas fundamentais e pacíficas, e que se repetem invariavelmente em qualquer top100 que consultei.
Acho sempre alguma graça a este tipo de iniciativas, às tentativas de hierarquizar temas, coisas, acontecimentos.
Deste modo, deixo-vos aqui uma listagem votada "by regular people", em que se encontram presentes muitos dos tais clássicos a que me referi anteriormente.
Eu já a analisei e confesso... sou uma nódoa. Só havia lido 7 (agora já são 8!) dos 100 títulos apresentados.
Vai ser um "guide line" interessante e importante para os próximos anos.
1. 1984 by George Orwell
2. The Lord of the Rings by J.R.R. Tolkien
3. The Catcher in the Rye by J.D. Salinger
4. Pride and Prejudice by Jane Austen
5. To Kill a Mockingbird by Harper Lee
6. Crime and Punishment by Fyodor Dostoevsky
7. The Great Gatsby by F. Scott Fitzgerald
8. Lolita by Vladimir Nabokov
9. Catch-22 by Joseph Heller
10. Wuthering Heights by Emily Bronte
11. Brave New World by Aldous Huxley
12. Jane Eyre by Charlotte Bronte
13. Ulysses by James Joyce
14. Animal Farm by George Orwell
15. Great Expectations by Charles Dickens
16. The Hitchhiker's Guide to the Galaxy by Douglas Adams
17. The Brothers Karamazov by Fyodor Dostoevsky
18. Les Miserables by Victor Hugo
19. The Picture of Dorian Gray by Oscar Wilde
20. The Grapes of Wrath by John Steinbeck
21. The Hobbit by J.R.R. Tolkien
22. Anna Karenina by Leo Tolstoy
23. Don Quixote by Miguel de Cervantes
24. The Count of Monte Cristo by Alexandre Dumas
25. A Tale of Two Cities by Charles Dickens
26. Frankenstein by Mary Shelley
27. East of Eden by John Steinbeck
28. A Clockwork Orange by Anthony Burgess
29. Life of Pi by Yann Martel
30. Lord of the Flies by William Golding
31. Gone with the Wind by Margaret Mitchell
32. One Hundred Years of Solitude by Gabriel Garcia Marquez
33. War and Peace by Leo Tolstoy
34. The Sound and the Fury by William Faulkner
35. The Da Vinci Code by Dan Brown
36. Ender's Game by Orson Scott Card
37. Rebecca by Daphne du Maurier
38. Fahrenheit 451 by Ray Bradbury
39. Memoirs of a Geisha by Arthur Golden
40. Slaughterhouse-Five by Kurt Vonnegut
41. The Time Traveler's Wife by Audrey Niffenegger
42. A Portrait of the Artist as a Young Man by James Joyce
43. The Master and Margarita by Mikhail Bulgakov
44. His Dark Materials by Phillip Pullman
45. The Chronicles of Narnia by C.S. Lewis
46. Invisible Man by Ralph Ellison
47. Atlas Shrugged by Ayn Rand
48. The Kite Runner by Khaled Hosseini
49. The Stand by Stephen King
50. A Farewell to Arms by Ernest Hemingway
51. Heart of Darkness by Joseph Conrad
52. Tess of the D'Urbervilles by Thomas Hardy
53. The Sun Also Rises by Ernest Hemingway
54. The Fountainhead by Ayn Rand
55. Watership Down by Richard Adams
56. Dracula by Bram Stoker
57. Of Human Bondage by W. Somerset Maugham
58. Moby Dick by Herman Melville
59. One Flew Over the Cuckoo's Nest by Ken Kesey
60. The Heart is a Lonely Hunter by Carson McCullers
61. On the Road by Jack Kerouac
62. The Idiot by Fyodor Dostoevsky
63. Pale Fire by Vladimir Nabokov
64. Dune by Frank Herbert
65. The Poisonwood Bible by Barbara Kingsolver
66. Harry Potter Series by J.K. Rowling
67. Anne of Green Gables by L.M. Montgomery
68. Doctor Zhivago by Boris Pasternak
69. The Unbearable Lightness of Being by Milan Kundera
70. Gravity's Rainbow by Thomas Pynchon
71. Little Women by Louisa May Alcott
72. The Trial by Franz Kafka
73. I, Claudius by Robert Graves
74. The Curious Incident of the Dog in the Night-time by Mark Haddon
75. Madame Bovary by Gustave Flaubert
76. The Bell Jar by Sylvia Plath
77. A Confederacy of Dunces by John Kennedy Toole
78. The Old Man and the Sea by Ernest Hemingway
79. To the Lighthouse by Virginia Woolf
80. Vanity Fair by William Thackeray
81. Love in the Time of Cholera by Gabriel Garcia Marquez
82. The Stranger by Albert Camus
83. The Adventures of Huckleberry Finn by Mark Twain
84. The Hunchback of Notre Dame by Victor Hugo
85. The Phantom of the Opera by Gaston LeRoux
86. For Whom the Bell Tolls by Ernest Hemingway
87. Jude the Obscure by Thomas Hardy
88. Oliver Twist by Charles Dickens
89. The Adventures of Sherlock Holmes by Sir Arthur Conan Doyle
90. Persuasion by Jane Austen
91. Light in August by William Faulkner
92. Franny and Zooey by J.D. Salinger
93. Call of the Wild by Jack London
94. Middlesex by Jeffrey Eugenides
95. Alice's Adventures in Wonderland by Lewis Carroll
96. Uncle Tom's Cabin by Harriet Beecher Stowe
97. The Metamorphosis by Franz Kafka
98. The Name of the Rose by Umberto Eco
99. The Clan of the Cave Bear by Jean M. Auel
100. As I Lay Dying by William Faulkner
Boas leituras...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Primeiro Aniversário! :)

Bom dia a todos.
Não é hoje, mas foi ontem, coincidentemente (ou não) dia de Carnaval, que este Blogue "comemorou" o seu primeiro aniversário, no dia 5 de Fevereiro.
Confesso-vos que inicialmente equacionei que "a coisa" tivesse pernas para andar, mas de facto, admito, (como diria o Paulo Bento) com tranquilidade, que não foi propriamente um ano de grande sucesso, com a excepção de umas semanas de discussão mais acalorada sobre a questão do aborto, que se encontrava a referendo na altura.
Ainda assim tivemos 88 posts, uns mais comentados e/ou interessantes que outros, o que nos dá uma "simpática" média de 7, 3(3) posts por mês, e a inscrição de 21 "bloguers", naturalmente com diferentes graus de assiduidade e de participação.
Pese embora o "fracasso das audiências", durante este primeiro ano, o projecto foi-se mantendo, de alguma forma, "vivo" (ok, inconsciente, permanentemente ligado a aparelhos hospitalares, com respiração assistida, etc... mas ainda assim vivo!).
E vai continuar, pelo menos de minha parte, pois estou convencido que verá o seu propósito atingido daqui a alguns aninhos.
Como esta realidade virtual permite de, alguma forma, uma certa "imortalidade", vai ser engraçado dentro de um par de décadas reler o que foi sendo aqui deixado e relembrar, dessa maneira, os amigos e a conjuntura de cada altura.
Eu abracei definitivamente a causa e como diria a melhor "voz off" de um trailer de apresentação da sequela de um grande "blockbuster" de acção:
"And this time... it gets personal!"
Por isso, meus amigos, tenho-vos a dizer que:
"The day will come when the courage of men may fail, but today is not that day, today I'll fight!"
(adaptado de "Lord of The Rings - The Return of the King")
Deste modo, e concluindo o "e-Jantar da Quintas" está para ficar, independentemente do seu grau de sucesso.
Esta é a mensagem (e já agora o p.c.g.a.) no primeiro aniversário: Continuidade!
Beijos e abraços.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Mar adentro
Olá.
Mais uma vez para vos deixar outra sugestão.
Este fim-de-semana passei pelo "Blockbuster" com a intenção de "rentabilizar", de alguma forma, a "seca" que muitas vezes se instala numa tarde invernosa de Domingo.
Como procuro ver nas salas de cinema os títulos que mais me interessam, estas jornadas pelo "Blockbuster" debruçam-se sobretudo sobre a "Gold Collection" (filmes menos actuais), de modo a resgatar alguns títulos "familiares" que me tenham escapado no cinema ou com o intuito de ser surpreendido por algum filme que, por uma razão ou outra, nunca me tivesse convencido a investir algumas horas da minha existência.
Foi por isso que deixei a loja na posse de não um, mas de dois filmes.
A primeira escolha, enquadrada no primeiro contexto, foi "Monster's Ball", filme de 2001, que possibilitou o Óscar de melhor actriz a Halle Berry, e que conta igualmente com as interpretações de Billy Bob Thornton e Heath Ledger.
Confesso que me decidi por este filme porque assisti ao discurso de agradecimento do Daniel Day-Lewis, na ceremónia de entrega de prémios de 2008, do "Screen Actors Guild Awards", em que foi reconhecido como Melhor Actor pela sua interpretação em "There Will Be Blood".
Nesse discurso ele dedicou o prémio recebido ao Heath Ledger, que havia morrido há alguns dias atrás, e relembrou os seus momentos mais brilhantes enquanto actor.
Obviamente que se referiu ao "Brokeback Mountain", em que foi nomeado para o Óscar de melhor actor, mas inicialmente lembrou uma interpretação secundária supostamente fantástica, como o filho problemático e atormentado de Billy Bob Thornton em "Monster's Ball".
Ora então aqui estava uma escolha segura e que certamente me agradaria. Tarefa cumprida.
No entanto, quando me dirigia ao balcão passei por um título que muitas vezes pensei em alugar, "Mar adentro", mas que passava sempre para a "escolha da próxima vez".
Decidido a destruir de uma vez por todas o efeito, "arrisquei tudo no vermelho" e adicionei-o à encomenda desta semana.
Trata-se de um filme obviamente conhecido e reconhecido, uma co-produção espanhola e italiana, de Alejandro Amenábar, realizador de "The Others" (imperativo ver), com Javier Bardem no principal papel, e que ganhou, entre inúmeros prémios de prestígio "all over the world", o Óscar de melhor filme estrangeiro em 2005.
O argumento baseia-se na história real de um galego, Ramón Sampedro, tetraplégico durante 25 anos, que lutou pelo direito a morrer e levantou à discussão o tema sempre polémico e complexo da Eutanásia, ou morte assistida.
Provavelmente já devem ter visto o filme, ou pelos menos ouviram falar dele, como acontecia comigo.
O post serve só para vos transmitir, principalmente a quem ainda não viu, que é um filme excelente, imperdível mesmo, e que a minha segunda escolha deste fim-de-semana se tornou claramente na melhor dos últimos tempos.
"Mar adentro" entrou directamente para o meu "top 20" pessoal.
Três notas finais:
1. A sequência do filme "embalada" com o "Nessun Dorma". Na minha humilde e pouco avalizada opinião, alguns minutos do cinema mais bonito que podem encontrar...
2. O Monster's Ball, a minha primeira escolha, também é um bom filme, sobretudo suportado pelas excelentes interpretações dos actores principais. Achei um pouco exagerada a opinião do Daniel Day-Lewis sobre o suposto brilhantismo do Heath Ledger, claramente sobreavaliada, mas naturalmente explicada pela intenção do tributo.
3. O Javier Bardem (o actor espanhol de "Mar adentro"), para além de brilhar num dos candidatos ao filme do ano de 2007, "No Country For Old Men", é o protagonista "Florentino Ariza" da adaptação cinematográfica (ainda sem data de estreia prevista em Portugal) de um dos meus livros favoritos "Amor em tempos de cólera", do Gabriel García Márquez. Estejam atentos.
Já agora, caso não tenham lido o livro, façam-vos esse favor!
Beijos e abraços.
Mais uma vez para vos deixar outra sugestão.
Este fim-de-semana passei pelo "Blockbuster" com a intenção de "rentabilizar", de alguma forma, a "seca" que muitas vezes se instala numa tarde invernosa de Domingo.
Como procuro ver nas salas de cinema os títulos que mais me interessam, estas jornadas pelo "Blockbuster" debruçam-se sobretudo sobre a "Gold Collection" (filmes menos actuais), de modo a resgatar alguns títulos "familiares" que me tenham escapado no cinema ou com o intuito de ser surpreendido por algum filme que, por uma razão ou outra, nunca me tivesse convencido a investir algumas horas da minha existência.
Foi por isso que deixei a loja na posse de não um, mas de dois filmes.
A primeira escolha, enquadrada no primeiro contexto, foi "Monster's Ball", filme de 2001, que possibilitou o Óscar de melhor actriz a Halle Berry, e que conta igualmente com as interpretações de Billy Bob Thornton e Heath Ledger.
Confesso que me decidi por este filme porque assisti ao discurso de agradecimento do Daniel Day-Lewis, na ceremónia de entrega de prémios de 2008, do "Screen Actors Guild Awards", em que foi reconhecido como Melhor Actor pela sua interpretação em "There Will Be Blood".
Nesse discurso ele dedicou o prémio recebido ao Heath Ledger, que havia morrido há alguns dias atrás, e relembrou os seus momentos mais brilhantes enquanto actor.
Obviamente que se referiu ao "Brokeback Mountain", em que foi nomeado para o Óscar de melhor actor, mas inicialmente lembrou uma interpretação secundária supostamente fantástica, como o filho problemático e atormentado de Billy Bob Thornton em "Monster's Ball".
Ora então aqui estava uma escolha segura e que certamente me agradaria. Tarefa cumprida.
No entanto, quando me dirigia ao balcão passei por um título que muitas vezes pensei em alugar, "Mar adentro", mas que passava sempre para a "escolha da próxima vez".
Decidido a destruir de uma vez por todas o efeito, "arrisquei tudo no vermelho" e adicionei-o à encomenda desta semana.
Trata-se de um filme obviamente conhecido e reconhecido, uma co-produção espanhola e italiana, de Alejandro Amenábar, realizador de "The Others" (imperativo ver), com Javier Bardem no principal papel, e que ganhou, entre inúmeros prémios de prestígio "all over the world", o Óscar de melhor filme estrangeiro em 2005.
O argumento baseia-se na história real de um galego, Ramón Sampedro, tetraplégico durante 25 anos, que lutou pelo direito a morrer e levantou à discussão o tema sempre polémico e complexo da Eutanásia, ou morte assistida.
Provavelmente já devem ter visto o filme, ou pelos menos ouviram falar dele, como acontecia comigo.
O post serve só para vos transmitir, principalmente a quem ainda não viu, que é um filme excelente, imperdível mesmo, e que a minha segunda escolha deste fim-de-semana se tornou claramente na melhor dos últimos tempos.
"Mar adentro" entrou directamente para o meu "top 20" pessoal.
Três notas finais:
1. A sequência do filme "embalada" com o "Nessun Dorma". Na minha humilde e pouco avalizada opinião, alguns minutos do cinema mais bonito que podem encontrar...
2. O Monster's Ball, a minha primeira escolha, também é um bom filme, sobretudo suportado pelas excelentes interpretações dos actores principais. Achei um pouco exagerada a opinião do Daniel Day-Lewis sobre o suposto brilhantismo do Heath Ledger, claramente sobreavaliada, mas naturalmente explicada pela intenção do tributo.
3. O Javier Bardem (o actor espanhol de "Mar adentro"), para além de brilhar num dos candidatos ao filme do ano de 2007, "No Country For Old Men", é o protagonista "Florentino Ariza" da adaptação cinematográfica (ainda sem data de estreia prevista em Portugal) de um dos meus livros favoritos "Amor em tempos de cólera", do Gabriel García Márquez. Estejam atentos.
Já agora, caso não tenham lido o livro, façam-vos esse favor!
Beijos e abraços.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Revista Time
Vejam lá 50 listas de Top 10 do ano de 2007, nos mais diversos temas e áreas.
Umas mais interessantes que outras...
Take care.
http://www.time.com/time/specials/2007/top10/0,30576,1686204,00.html
Umas mais interessantes que outras...
Take care.
http://www.time.com/time/specials/2007/top10/0,30576,1686204,00.html
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